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TRAJETÓRIA SEGURA

VAGNER JORGE




Paulista de Marília, cidade do interior de São Paulo, o empresário Vagner Jorge começou a formação escolar no Senac Maurício Lange. Na década de 1970, ainda bastante jovem, teve a oportunidade de conhecer a segurança privada, iniciando suas atividades profissionais na área.

“Tive o privilégio de trabalhar sob o comando e orientação de um dos maiores nomes da segurança privada, Dr. Denizard Corrêa Pinheiro, com quem aprendi muito”, recorda. Anos depois, contratado como diretor executivo da Associação Brasileira das Empresas de Vigilância (Abrevis), por indicação de Marcelo Baptista de Oliveira, ingressou no universo da segurança privada, em um aprendizado imbatível junto dos maiores players do segmento, somente deixando aquela posição ao ser contratado pela empresa Alvorada de Segurança, na qual passou por várias funções, adquirindo invejável expertise. Em paralelo, nesse meio tempo, em função da atividade no tiro esportivo, teve empregos na CBC e BOITO, ambas fábricas de enorme relevância no cenário nacional, além de inúmeros cargos diretivos nas entidades de administração do esporte, como Federação Paulista de Tiro ao Alvo e Confederações Brasileiras, como CBTA e CBCT, além de muitas participações em torneios nacionais e internacionais, acumulando significativo número de títulos. Consciente da força da terceirização especializada demonstrada pelas empresas de segurança, e atento às necessidades do mercado, Vagner Jorge identificou a possibilidade de iniciar um negócio próprio, no qual pudesse consorciar sua experiência e, dessa forma, retribuir ao mercado, com um bom trabalho, o apoio e a confiança que sempre recebeu do segmento. “Notei que uma empresa que terceirizasse determinadas obrigações atinentes à especialidade da segurança privada, com zelo, determinação, transparência e ética, poderia prosperar muito, enquanto auxiliava o desenvolvimento do setor.” Assim aproveitei meu conhecimento sobre o setor e constituí, em 1987, a DATASAFE, com DNA tecnológico aplicado às regras do negócio e seus regramentos legais”, conta. VAGNER JORGE Paulista de Marília, cidade do interior de São Paulo, o empresário Vagner Jorge começou a formação escolar no Senac Maurício Lange. Na década de 1970, ainda bastante jovem, teve a oportunidade de conhecer a segurança privada, iniciando suas atividades profissionais na área. Ao criar a DATASAFE, o empresário ainda mostrou preocupação e respeito com os antigos tutores. “Não busquei concorrer com meus antigos tutores, mas, sim, apoiá-los nessa difícil jornada, em segmento tão regulado quanto nobre, provedor que é de segurança ao patrimônio e à própria vida dos cidadãos. Essa ideia, porém, só foi concretizada após a publicação da Lei nº 7.102/83, em minha opinião, o primeiro marco regulatório unificado das atividades de segurança privada no Brasil”, explica. Vagner Jorge faz questão de ressaltar a importância de quem esteve ao lado dele durante o crescimento da empresa. “Nessa jornada recebi a dádiva de ter a meu lado uma gama de competentes colaboradores, e dedicados e fiéis amigos, o que tornou a caminhada menos árdua e extremamente agradável, o que me permitiu dedicar tempo às entidades de classe como a Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), a qual tive a honra de servir como vice-presidente no período de 2004 a 2010, por convite inicial de Lélio Vieira Carneiro, ainda na Gestão de Claudio Neves”, e Abrevis, onde até hoje atuo como conselheiro da Presidência. A DATASAFE é hoje uma referência nacional, consultora de grandes nomes do segmento de segurança privada, que contribui institucionalmente com entidades como a Fenavist e Abrevis, ABCFAV e ABTV. “Acredito que isto se deve ao fato de que jamais deixei de pesquisar, de buscar atualização e excelência em qualidade, transparência e no extremo cuidado com as regras legais. Com essa convicção, tenho sido levado a novas atividades, como nesse momento, de grande consolidação, em que temos atuado intensamente, com a oferta de soluções e serviços diferenciados, nas aquisições, fusões e incorporações de empresas do segmento.


“A cada posto de vigilância perdido por vedação, é certa a ocupação do mesmo por uma empresa ‘clandestina’, onde tanto o contratante como os trabalhadores terão menos segurança social, com direitos prejudicados e até mesmo obrigações gerais não cumpridas”


Sinto-me ainda muito recompensado e orgulhoso por minha participação nesse mercado, ao lado das entidades e associações de classe, participando ativamente de discussões, buscando sempre contribuir para a transparência, solidez e perenidade da atividade”, afirma Vagner Jorge. Estudioso e pesquisador voraz, o empresário tem identificado, em razão dessa relação com as entidades de classe, a enormidade do trabalho que existe pela frente, mesmo com toda ação e dedicação das entidades, uma vez que a atividade é extremamente dinâmica. De acordo com ele, o segmento precisa atingir a “maioridade e independência”, alcançar a plenitude de suas habilidades, prestando à sociedade todos os serviços de que ela tanto necessita. Vagner Jorge tem a convicção de que a gama de serviços dos quais a sociedade necessita deve ser regida pelo conceito abrangente de segurança privada como uma relação contratual entre a empresa e o tomador do serviço, independentemente de local ou forma como seja prestado. “Essa, em minha convicção, é a melhor (senão a única) ferramenta capaz de combater com efetividade a ‘clandestinidade’. A cada posto de vigilância perdido por vedação, é certa a ocupação do mesmo por uma empresa ‘clandestina’, onde tanto o contratante como os trabalhadores terão menos segurança social, com direitos prejudicados e até mesmo obrigações gerais não cumpridas. Tenho também a convicção de que a melhor forma de superar esses (e outros) entraves da atividade é uma atuação conjunta de todos os responsáveis pelas entidades de classe, compreendendo a força da afirmativa de que “juntos somos mais fortes”, argumenta o dono da DATASAFE. Vagner Jorge também destaca a necessidade da aprovação do Estatuto da Segurança Privada no Senado. “É fruto de um árduo trabalho, em que pesem as alterações ocorridas em seu texto, é uma promessa que deve se tornar realidade brevemente, para que se tenha um ambiente legal mais amistoso, com visão desenvolvimentista, e efetivamente uma ampliação segura das atividades.” O empresário, sempre na vanguarda do desenvolvimento da atividade no Brasil, explica que o Estatuto se enquadra no que tem sido adotado nos países mais desenvolvidos. “Nesse sentido, a literatura acadêmica internacional tem tratado o avanço do leque de possibilidades com a utilização do termo ‘polícia privada, assim demonstrando, ainda que simbolicamente, o alcance e extensão da atividade. O vasto conhecimento acadêmico e prático conduziu Vagner Jorge a atuar em grandes entidades, caso da Fenavist e Abrevis, citadas anteriormente. Ele também exerceu cargos no Conselho Regional do SESC São Paulo e foi membro titular da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP) da Polícia Federal. Tanto profissionalismo, de forma natural, tem sido reconhecido ao longo dos anos, conforme o próprio empresário relata. “Em 2018, tive a grande satisfação de ser agraciado com a Comenda Elias Hissa Filho, das mãos de Urubatan Estevão Romero, presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado do Ceará (Sindesp-CE) e figura de proa na atividade, destacado como grande liderança e exímio conciliador.” A comenda não foi a única homenagem prestada pelo segmento a Vagner Jorge. Ele também recebeu os prêmios Destaque 2008, concedido pela Revista Security; Amigo da Classe, concedido pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de Goiás (Sindesp-GO); Benemérito da Segurança Privada, concedido pela Fenavist; e Colaborador Emérito da Segurança Privada, concedido pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Segurança Eletrônica e Cursos de Formação do Estado de São Paulo (SESVESP).



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